o reconhecimento da força do feminino (Shakti) como essencial ao equilíbrio de um mundo excessivamente masculinizado.
a superação da dualidade, reconectando a consciência individual à Consciência Universal.
a visão de família cósmica, na qual todos os seres — humanos, animais, plantas, minerais e o planeta — são parte de um mesmo organismo vivo.
o entendimento da evolução espiritual como desabrochares sucessivos, em etapas, respeitando o ritmo de cada praticante.